sexta-feira, 22 de maio de 2020

Suporte para Elástico de Máscaras


Suporte para máscaras. Utilizado para aliviar irritações e dores nas orelhas causados pelos elásticos da máscara. Produto injetado em polietileno (PE) sendo totalmente lavável, reciclável e resistente.
Suporte para uso em máscaras com elástico feitas em tnt, algodão, tricoline e outros recomendados pela OMS e o ministério da saúde, desde que higienizadas corretamente.

Personalizado com diversas cores.

https://www.instagram.com/edualcan.face/

segunda-feira, 5 de junho de 2017

Dia Mundial do Meio Ambiente: conectando as pessoas à natureza



http://brasil.elpais.com/brasil/2017/06/05/ciencia/1496651520_718450.html
 Alberto López
5 JUN 2017 - 15:54 CEST   
Dia Mundial do Meio Ambiente  
Menino celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente no bosque de Gokarna, no Nepal AP 
O Dia Mundial do Meio Ambiente é o mais importante evento anual para promover ações em favor da natureza. Neste ano, o país anfitrião é o Canadá e o tema escolhido, ‘Conectando as pessoas à natureza’, será o eixo das celebrações em todo o planeta em meio à ressaca trazida pela decisão do presidente dos Estados Unidos de retirar seu país do Acordo de Paris sobre a mudança climática.
O Dia Mundial do Meio Ambiente é uma jornada para todas as pessoas em todas partes do mundo. Desde que foi instituído, em 1972, os cidadãos de todo o planeta organizaram milhares de eventos relacionados a ele: de campanhas de limpeza de bairro a ações de combate a crimes ambientais, passando por atividades de reflorestamento. Neste ano, a ONU considera que a recente decisão de Trump não pode ofuscar nem frear a celebração mundial, muito pelo contrário.
Este dia nos traz a oportunidade de conquistar a opinião pública e melhorar a conscientização, a conduta e a responsabilidade de indivíduos, empresas e grupos sociais quanto à preservação do meio ambiente. O Dia Mundial do Meio Ambiente vem ganhando relevância desde que começou a ser comemorado e, hoje, é uma plataforma mundial de divulgação com ampla repercussão em todo o globo.
Para isso contribuiu, sem dúvida, a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que declara a determinação de “garantir uma proteção duradoura do planeta e de seus recursos naturais”. Concretamente, os objetivos 14 e 15 têm como foco a conservação dos ecossistemas marinhos e terrestres, assim como o uso sustentável desses recursos.
O tema do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2017 é a conexão das pessoas com a natureza, e nos encoraja a entrar na natureza para apreciar sua beleza e refletir sobre como somos parte integrante e o quanto dependemos dela. Desafia-nos a descobrir maneiras divertidas e apaixonantes de experimentar e promover essa inter-relação.
De fato, milhões de habitantes de zonas rurais em todo o mundo passam sua jornada diária em conexão com a natureza e estão plenamente conscientes de que dependem dela no mais básico: acesso à água e fertilidade do solo. Essas pessoas são as primeiras a sofrer com as ameaças que os ecossistemas enfrentam na atualidade, seja pela poluição, pela mudança climática ou pela superexploração dos recursos naturais.
A importância que a natureza sempre teve em nossas vidas e a necessidade de preservá-la e valorizá-la levou os economistas a desenvolverem maneiras de medir o valor multimilionário dos denominados ‘serviços dos ecossistemas’, que abrangem desde a atividade dos insetos quando polinizam as árvores frutíferas, até os benefícios para a saúde trazidos pela prática de caminhadas no meio natural.
O lema deste ano pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, ‘Estou com a natureza’, recebeu um terço dos votos na pesquisa mundial realizada no mês passado, superando assim outras três propostas finalistas. O lema ganhador agradou em especial os falantes de árabe e inglês.
Para celebrar essa jornada de reconhecimento, conscientização e fruição da natureza, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) utilizará as hashtags #ComaNatureza e #DiaMundialdoMeioAmbiente nas mensagens publicadas nas redes sociais sobre este acontecimento, que começará com um convite aos seguidores para que falem de seu parque nacional favorito ou do refúgio de espécies silvestres de que mais gostam.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Loja virtual

Confira novidades em nossa loja virtual.

Brindes, ecobags e kits exclusivos.

Proibição de sacolas plásticas em Belo Horizonte fere a liberdade de escolha do consumido

Qui, 14 de Abril de 2011 09:53

A entrada em vigor, no dia 1º de março, de uma lei que proíbe o uso de sacolas plásticas no comércio de Belo Horizonte, trouxe à tona uma questão que vai muito além desta embalagem: o impacto ambiental causado pelo desperdício e descarte incorreto. A lei obriga que as sacolas sejam substituídas por embalagens biodegradáveis, feitas de milho, ou sacolas retornáveis.

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, que defende a livre escolha do consumidor sobre a melhor embalagem e a conscientização sobre o uso correto, reutilização e descarte responsável dos plásticos, é contrária à ideia da Lei. “Acreditamos que o consumidor não deve ser penalizado com cobranças extras por estas embalagens, como está sendo feito na capital mineira”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. A sacola plástica é reutilizada pelo consumidor para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. “Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo?”, questiona o executivo. Bahiense reforça, ainda, que embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

Pesquisa do Ibope confirma que 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo. Dessa forma, a Plastivida acredita que somente com a educação ambiental é que se torna possível evitar o desperdício e o descarte incorreto. A entidade também defende que não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O documento demonstrou que as sacolas plásticas trazem menor impacto ao meio ambiente que outros tipos de sacolas. O estudo verificou ainda o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Segundo o estudo, as ecobags de outros materiais teriam que ser reutilizadas mais de 100 vezes para compensar a quantidade de material que levam em sua produção. As de papel, cerca de três vezes mais, porém a fragilidade do material não o permite. Já a sacola plástica comum tem a resistência suficiente para ser reutilizada diversas vezes e, depois disso, ainda serve para embalar o lixo residencial, promovendo a saúde pública. Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções. “Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacolinha de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação”, reforça Bahiense.

Com o intuito de privilegiar o direito do consumidor de escolher a melhor embalagem para carregar suas compras, Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) desenvolveram o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que enfatiza a educação ambiental por meio da conscientização sobre o uso de embalagens sem desperdício e seu descarte adequado.

O programa envolve indústria, varejo e população na questão da responsabilidade. Promove o uso de sacolas mais resistentes para que o consumidor possa usá-la em sua total capacidade, evitando a duplicidade e o uso excessivo. A sacola mais resistente também pode ser reutilizada mais vezes, o que evita a extração de matéria prima para fazer novas sacolas. E, por fim, promove o descarte adequado, a reciclagem mecânica e a energética, fechando o ciclo. O resultado dessa iniciativa que já percorre o Brasil tem sido notório: 4 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas de 2007 a 2010.

Presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), o Programa segue em 2011 com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas, marca que já foi ultrapassada, por exemplo, pelo Pão de Açúcar, com a implantação do Programa em suas lojas no Brasil. As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País. “Somente com o suporte da educação, a questão ambiental será resolvida, sem que haja prejuízo para a sociedade”, concluiu Bahiense.

Pesquisa:  Pesquisa IBOPE plastivida

Fonte: M.Free Comunicação / Portal Sete

Proibição de sacolas plásticas em Belo Horizonte fere a liberdade de escolha do consumido

Qui, 14 de Abril de 2011 09:53

A entrada em vigor, no dia 1º de março, de uma lei que proíbe o uso de sacolas plásticas no comércio de Belo Horizonte, trouxe à tona uma questão que vai muito além desta embalagem: o impacto ambiental causado pelo desperdício e descarte incorreto. A lei obriga que as sacolas sejam substituídas por embalagens biodegradáveis, feitas de milho, ou sacolas retornáveis.

A Plastivida Instituto Sócio Ambiental dos Plásticos, que defende a livre escolha do consumidor sobre a melhor embalagem e a conscientização sobre o uso correto, reutilização e descarte responsável dos plásticos, é contrária à ideia da Lei. “Acreditamos que o consumidor não deve ser penalizado com cobranças extras por estas embalagens, como está sendo feito na capital mineira”, afirma Miguel Bahiense, presidente da Plastivida. A sacola plástica é reutilizada pelo consumidor para acondicionar o lixo doméstico, assim como para outros tantos usos, o que representa economia. “Na falta dessa embalagem, o consumidor deverá comprar sacos de lixo?”, questiona o executivo. Bahiense reforça, ainda, que embalar o lixo em plástico é uma recomendação dos órgãos de saúde do país, para que se evitem contaminações.

Pesquisa do Ibope confirma que 100% das sacolas plásticas são reutilizadas como saco de lixo, 71% constituem as embalagens preferidas da população para transportar suas compras e 75% das donas de casa são a favor do seu fornecimento pelo varejo. Dessa forma, a Plastivida acredita que somente com a educação ambiental é que se torna possível evitar o desperdício e o descarte incorreto. A entidade também defende que não há alternativas consistentes para substituir as sacolas plásticas. Econômicas, duráveis, resistentes, práticas, higiênicas e inertes, são reutilizáveis e 100% recicláveis.

O casamento das sacolas plásticas com a preservação do meio ambiente pode ser observado no estudo encomendado pelo governo Britânico sobre o impacto ambiental de diversos tipos de sacolas de supermercado. O documento demonstrou que as sacolas plásticas trazem menor impacto ao meio ambiente que outros tipos de sacolas. O estudo verificou ainda o ciclo de vida de sacolas de algodão, ecobags, sacos de papel e sacolas plásticas tradicionais e o resultado apontou que a proporção de matéria prima usada nas sacolinhas em comparação com as tantas possibilidades de reutilização que elas oferecem as fazem ser mais sustentáveis que os outros tipos de sacola.

Segundo o estudo, as ecobags de outros materiais teriam que ser reutilizadas mais de 100 vezes para compensar a quantidade de material que levam em sua produção. As de papel, cerca de três vezes mais, porém a fragilidade do material não o permite. Já a sacola plástica comum tem a resistência suficiente para ser reutilizada diversas vezes e, depois disso, ainda serve para embalar o lixo residencial, promovendo a saúde pública. Outro importante dado do estudo é que, devido ao fato da sacolinha plástica apresentar o menor peso dentre as opções analisadas, ela apresenta, em seu processo produtivo, a menor geração de CO2 frente às outras opções. “Não há justificativa para se falar em banimento quando estudos científicos mostram que a sacolinha de plástico leva vantagem sobre outros materiais em oito das nove categorias de avaliação”, reforça Bahiense.

Com o intuito de privilegiar o direito do consumidor de escolher a melhor embalagem para carregar suas compras, Plastivida, Instituto Nacional do Plástico (INP) e Associação Brasileira da indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (Abief) desenvolveram o Programa de Qualidade e Consumo Responsável de Sacolas Plásticas, que enfatiza a educação ambiental por meio da conscientização sobre o uso de embalagens sem desperdício e seu descarte adequado.

O programa envolve indústria, varejo e população na questão da responsabilidade. Promove o uso de sacolas mais resistentes para que o consumidor possa usá-la em sua total capacidade, evitando a duplicidade e o uso excessivo. A sacola mais resistente também pode ser reutilizada mais vezes, o que evita a extração de matéria prima para fazer novas sacolas. E, por fim, promove o descarte adequado, a reciclagem mecânica e a energética, fechando o ciclo. O resultado dessa iniciativa que já percorre o Brasil tem sido notório: 4 bilhões de sacolas plásticas deixaram de ser consumidas de 2007 a 2010.

Presente em oito capitais (São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Goiânia, Brasília, Rio de Janeiro, Recife e Florianópolis), o Programa segue em 2011 com o objetivo de alcançar e até mesmo ultrapassar a marca dos 30% de redução no uso de sacolas plásticas, marca que já foi ultrapassada, por exemplo, pelo Pão de Açúcar, com a implantação do Programa em suas lojas no Brasil. As entidades também lançaram em 2010 a Escola de Consumo Responsável, um projeto itinerante que tem levado os conceitos de uso responsável e descarte adequado dessas embalagens para todo o País. “Somente com o suporte da educação, a questão ambiental será resolvida, sem que haja prejuízo para a sociedade”, concluiu Bahiense.

Pesquisa:  Pesquisa IBOPE plastivida

Fonte: M.Free Comunicação / Portal Sete

Mais sobre o TNT (tecido não tecido). Em quanto tempo ele se decompõe?


a alta nas vendas demonstra que, mais do que uma opção de compra, há uma consistente mudança de atitude dos consumidores.
Decomposição leva 200 anos
As sacolas retornáveis ganham, com este programa, uma motivação diferente. O produto pode ser utilizado para outras finalidades enquanto que as sacolas plásticas são dispensadas pelo consumidor sem o menor cuidado. Biólogos afirmam que, para se decompor na natureza, as sacolas plásticas levam cerca de 200 anos. O prazo do TNT é de 6 meses a um ano.

Loja virtual

Confira novidades em nossa loja virtual.
Brindes, ecobags e kits exclusivos.

Loja virtual

Confira novidades em nossa loja virtual.
Brindes, ecobags e kits exclusivos.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fim da distribuição gratuita de sacolinhas atinge 700 lojas na RMC

Balanço foi divulgado pela Apas. Sacolinhas serão cobradas nos supermercados a partir desta quarta-feira.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) divulgou nesta terça-feira (24) que 700 lojas do comércio e supermercados da Região Metropolitana de Campinas (RMC) não vão mais distribuir gratuitamente as sacolas plásticas aos clientes a partir desta quarta-feira (25). Somente na região administrativa de Campinas, onde a Apas abrange 80 municípios, são consumidas 84,6 sacolinhas plásticas por mês, o que corresponde a quase um bilhão de sacolas por ano.

A Proibição do uso das sacolas plásticas: polêmica nacional


Diante desta polêmica do banimento das sacolas plásticas nos mercados de São Paulo, o assunto da “sustentabilidade” volta aos holofotes da mídia. Neste sentido apresento aqui uma restrospectiva dos posts que acho interessantes sobre esse assunto.
No site da Pesquisa FAPESP, já em outubro de 2008, apontava pesquisas de um grupo paulista, nas quais era testada a ineficácia dos plásticos oxibiodegradáveis.
No Coluna Zero, nosso colega Bruno destrincha muito bem a falácias das Ecobags em um post bastante inspirado.
No Ecodesenvolvimento, a Cláudia Chow discute muito bem o uso do BIOPLÁSTICO e o papel das grandes empresas em busca de um identidade “verde”.
Aqui, no Discutindo Ecologia, Luiz publicou um post que é quase um manifesto a favor do USO DAS SACOLAS PLÁSTICAS. E, por fim, eu escrevi este post em que um pesquisa indica que sacolas de papel e de plástico oxidegradáveis, podem ser mais poluentes que sacolas plásticas ao levarmos em conta toda a via de produção, uso e descarte.
A conscientização e a divulgação de todos os PRÓS e CONTRAS do uso das sacolas plásticas é o grande ponto em comum em todos estes textos. Este fato se torna ainda mais importante quando em um programa como o fantástico apresenta um especialista em sustentabilidade ensinando a fazer “sacolinhas em dobradura de papel” para serem colocadas em lixos de banheiro e cozinha. Como somos ingênuos… Realmente, a solução era o jornal e ninguém tinha se dado conta disso.
Mais uma vez usamos premissas errradas para tomarmos atitudes erradas. Como a ídeia genial de proibir a garupa em motos, pois isso diminuiria os crimes cometidos por motoqueiros, visto que são os caronas que assaltam. Gênio! Premissa errada, ação errada e a não resolução do problema.
Vamos observar como se dará o andamento desta lei e seus desdobramentos no cotidiano das pessoas.
Matéria publicada no blog: Discutindo Ecologia 

Governador veta projeto de lei que proíbe uso de sacolas plásticas no PR

O governador do Paraná, Beto Richa(PSDB), vetou o projeto de lei de autoria do deputado Caíto Quintana (PMDB) que proibiria o uso de sacos e sacolas plásticas no estado. Na avaliação de Richa, o projeto de lei é contrário ao interesse público porque ocasionaria aumento de preços ao consumidor. A medida foi publicada no Diário Oficial de segunda-feira (23).

Veja matéria completa no site: http://g1.globo.com/parana/noticia/2012/01/governador-veta-projeto-de-lei-que-proibe-uso-de-sacolas-plasticas-no-pr.html

Proibição também é estudada para o Ceará

A proibição do uso de sacolas plásticas em São Paulo aquece a discussão sobre o assunto aqui no Ceará. Projetos de lei na Assembleia Legislativa e na Câmara Municipal já sinalizam medidas para acabar com o uso

sábado, 2 de julho de 2011

Em São Paulo, liminar suspende fim de distribuição de sacolas plásticas

O Tribunal de Justiça de São Paulo  acatou requerimento do Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado de São Paulo e concedeu uma liminar que suspende a Lei Municipal nº 15.374, de 18 de maio de 2011. Sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab, a lei veta a distribuição gratuita ou venda de sacolas plásticas a consumidores em todos os estabelecimentos comerciais do município.
De acordo com a publicação no Diário Oficial, a proibição completa seria em 31 de dezembro - até lá os estabelecimentos teriam tempo para se adaptar. As lojas ficariam obrigadas a afixar placas informativas, com as dimensões de 40cm x 40cm, junto aos locais de embalagem de produtos e caixas registradoras, com o seguinte teor: 'Poupe recursos naturais! Use sacolas reutilizáveis'".
A suspensão da lei, que pode ser revertida, será informada ao presidente da Câmara dos Vereadores da cidade. Desde de 27 de junho, as associações Plastivida e Abief veículam em emissoras de rádio uma defendendo o uso de sacolas plásticas. As mensagens abordam a importância do reuso e reciclagem das sacolinhas, sustentabilidade e o direito do consumidor de optar pela embalagem que quiser.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

FALA POVO - Aquecimento Global, Sustentabilidade. Já Encheu o Saco!

A gente pergunta
Treze artistas respondem à pergunta feita pela revista MTV: Todo esse papo de aquecimento global e sustentabilidade já encheu o saco? Leia o que eles pensam

Clique para Ampliar a Imagem

Clique para Ampliar a Imagem

Fonte: Revista MTV - 06/2007
Planeta Sustentave: Atitude - FALA POVO

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Sacolas plásticas proibidas na capital Baiana (Salvador)

Em dois dias de votação, a Câmara de Vereadores de Salvador aprovou 83 projetos de lei, dos 108 listados pela Diretoria Legislativa. Entre os textos aprovados está o que obriga os estabelecimentos comerciais a utilizarem sacolas oxi-biodegradáveis para o acondicionamento de produtos comercializados na capital baiana.

O projeto é assinado pelos vereadores Pedro Godinho (PMDB), Andrea Mendonça (DEM) e Vânia Galvão (PT).

A embalagem plástica oxi-biodegradável é aquela que apresenta degradação inicial por oxidação acelerada pela luz e calor, com posterior capacidade de ser biodegradada.
Para se tornar lei e entrar em vigor, logicamente o projeto depende da sanção do prefeito João Henrique. A partir da data de publicação da lei, os estabelecimentos comerciais terão prazo de um ano para substituir as sacolas plásticas pelas biodegradáveis.

“Medidas como esta precisam ser implementadas para minimizar os impactos ambientais e evitar o alto investimento financeiro para diminuir a poluição”, comentou Pedro Godinho.

Andrea Mendonça disse que as sacolas plásticas serão gradativamente retiradas de uso, o que é importante para reduzir a sobrecarga em aterros sanitários e lixões onde ainda não existe a coleta seletiva. Cada sacola plástica pode levar até um século para desaparecer completamente.

Vânia Galvão aposta na conscientização de comerciantes e consumidores e cita exemplos bem mais radicais de países como Estados Unidos e “Bangladesh, onde já é proibido fabricar, comprar e portar sacos plásticos”.

Multas - As penalidades para o descumprimento da lei acarretarão em penas no âmbito administrativo e civil, como advertência, multa corresponde a 1% do faturamento, suspensão temporária da atividade e cassação da licença do estabelecimento ou da atividade.

A pena de multa, graduada de acordo com a condição econômica do estabelecimento comercial, será em dobro em caso de reincidência.

Também consta no projeto a determinação de que as empresas que produzem as embalagens plásticas oxi-biodegradáveis deverão estampar as informações para facilitar a visualização por parte dos consumidores.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

SACOLA PRÁTICA SEXTAVADA

 Nossas sacolas foram produzidas para embalar suas compras e com o cuidado de não agredir o meio ambiente, é um produto totalmente patenteado, foi testado e aprovado para acomodar e facilitar o transporte de sua mercadoria, suas alças têm um sistema exclusivo de travas que fechadas não deixam sua mercadoria a vista, ela tem também um formato diferenciado (tipo envelope), pois, quando colocada peso ela não pende para os lados como as sacolas comuns, com uma variação de seis tamanhos e sete estampas, e ainda a possibilidade de ser customizada conforme logotipo e escolha do cliente.

DESCRIÇÃO DO PRODUTO:

A SACOLA PRÁTICA SEXTAVADA é confeccionada em um formato diferenciado:
  • Tecido: TNT KAMI DURAVEL 100g, 100% Polipropileno (reciclável);
  • Alças: De plástico polipropileno reciclado (reciclável);
  • Tinta: Impressas com tinta a base de água;
  • Tamanhos: P, M, G, GG e tamanhos especiais: P1 P2.
  • O material Nãotecido KAMI é formado por filamentos termo-soldados de polipropileno, não solta fibras em condições normais de manuseio, é atóxico e não irritante em contato com a pele. Em temperatura ambiente não é inflamável e não propaga à chama.
Para mais informações entrar em contato para tirar suas duvidas e obter informações sobre o nosso produto.
Foto ilustrativa de sacola customizada

Foto ilustrativa de sacola customizada









Linha de Bolsas Feminina
Conheça!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

São Paulo - A sacola não é o problema", diz entidade sobre proibição

São paulo - Empresas ligadas à fabricação e comercialização de sacolas plásticas, por meio da Plastivida, defendem que o produto, ainda que seja poluente, é a opção menos nociva para o meio ambiente. A entidade acredita que o desperdício das embalagens seja o verdadeiro problema e vai contra o projeto de lei que as proíbe, votado nesta semana em São Paulo.

A Câmara dos Vereadores da cidade aprovou na terça-feira (17) o PL 496/2007, que veta a distribuição gratuita e a venda de sacolas plásticas em todos os estabelecimentos comerciais da capital - o município é o maior consumidor desse tipo de produto no Brasil. O projeto aguarda a sanção do prefeito Gilberto Kassab.

A Plastivida autodeclara-se o Instituto Socioambiental do Plástico, ou seja, desenvolve iniciativas de preservação ambiental que digam respeito ao produto. Com essa proposta, defende que as sacolas plásticas são apontadas incorretamente como causadoras de impacto ambiental.

"A Ciência mostra que qualquer alternativa existente é pior que o uso de sacolas plásticas", afirmou, Miguel Bahiense. "O problema não é a sacola em si, mas o desperdício". Numa rápida ilustração, o impacto ambiental é causado por aqueles que, no supermercado, usam duas sacolinhas para guardar uma garrafa.

Contra o consumo abusivo, a entidade propagandeia o uso de uma sacola de plástico mais resistente, capazes de suportar até seis quilos de mercadorias. Esse tipo de embalagem é tido como ideal pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e, segundo a Plastivida, já é utilizado por grandes cadeias de supermercado, como o Pão de Açúcar.

Em 2009, a população brasileira consumiu 17,9 bilhões de sacolas plásticas, de acordo com uma estimativa da Plastivida. Essa quantidade caiu para 14 bilhões no ano passado, com incentivos de um programa de consumo responsável da entidade. Bahiense contou que a meta é reduzir em 750 milhões o total deste ano, caso Kassab não sancione o projeto.

"As estatísticas mostram que a sacola plástica é a melhor escolha, em relação ao ciclo de vida - origem e destino do plástico", observou Bahiense. Segundo o representante, o produto consome poucas matérias-primas na produção e libera pouco dióxido de carbono - um dos principais vilões ambientais - na desfaçatez.

Mas é justamente a longevidade do plástico que preocupa os ambientalistas. A decomposição do produto, em condições naturais, se prolonga por cem anos.

"Todos danos caem nesse dado. Quando falamos em redução de produção de resíduos tem a ver com isso [a longevidade do lixo]. Todo lixo faz parte de um ciclo que um dia volta para nós", disse o educador ambiental do SOS Mata Atlântica, Lemuel Santos.

O especialista não condena a postura dos que se posicionam contra a proibição, mas crê que este é um momento positivo para se discutir o tema. Sua opinião sobre o uso de sacolas plásticas é clara: o indíviduo deve buscar alternativas ao seu alcance. "Nosso trabalho é muito baseado em atitudes individuais", explicou.

Já Bahiense, da Plastivida, acha que o indivíduo que vai as compras será o maior prejudicado pelo projeto, caso ele se torne uma lei. "Virão os sacos de lixo preto, que são mais caros, para a substituição", previu. "Como as classes C, D e E vão fazer?", indagou.

Outra fatia social a quem faria mal a proibição, segundo o representante, é a dos trabalhadores industriais. "No momento em que se tira um produto da cadeia produtiva, é certo que a indústria vai demitir", afirmou.

O segmento das sacolas plásticas emprega diretamente 30 mil brasileiros. Somente em São Paulo, seis mil pessoas trabalham com isso. Cerca de 200 empresas são representadas pela Plastivida, uma entidade sediada na cidade de São Paulo, mas presente em vários estados do Brasil.

Rio de Janeiro - Lei contra sacolas plásticas beneficia meio ambiente e consumidores

RESENDE

Um ponto a favor do meio ambiente vem sendo observado nos supermercados de Resende. Placas avisam que está sendo colocada em prática a Lei das Sacolas Plásticas, em vigor desde o ano passado, para evitar o uso das famosas “sacolinhas” que demoram 100 anos para se decompor. A Lei de nº 5.502 dispõe sobre a substituição e recolhimento de sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais localizados no estado do Rio de Janeiro, como forma de incrementar a reciclagem e a proteção ao meio ambiente fluminense. Conforme o item I do artigo 3º da mesma lei, o estabelecimento ainda dará desconto de R$ 0,03 para cada cinco itens comprados ao cliente que não usar saco ou sacola plástica.

Em Resende, dos principais supermercados localizados nos centros comerciais da cidade, três estão cumprindo a lei. Em dois destes já acabaram as sacolas de tecidos colocadas para venda aos clientes interessados. “Já vendemos todas as sacolas de pano. Colocamos também placas de incentivo ao meio ambiente, falando dos danos que o plástico traz” contou Adevalnei Décio da Silva, gerente de um supermercado no Centro.

No bairro Manejo, o gerente de outro supermercado, Antônio Pereira, explica ainda que o programa dos caixas do estabelecimento já está adaptado à lei para fazer o desconto aos consumidores que não utilizarem sacolas plásticas. “No fechamento da compra, o computador já faz a pergunta da opção de desconto pela lei contra as sacolas plásticas ou não, e, caso sim, ele automaticamente calcula o valor a cada cinco itens” explicou Antônio, lembrando ainda que a sacola plástica é um material que custa caro para os supermercados, e que as caixas de papelão também são oferecidas aos clientes como opção para evitar os sacos plásticos. “A caixa de papelão para nós é um incômodo, mas para os clientes é útil para ajudar a carregar as compras, além de ser de fácil reciclagem” acrescenta o gerente.

No supermercado do bairro Manejo, as sacolas de tecido custam R$ 6,99 e, segundo o gerente, suportam o peso de até 20 quilos. Em outro supermercado as sacolas de pano custam R$ 2, 99, mas alguns consumidores não estão satisfeitos com o material.

“Compramos três sacolas de tecido para ajudar ao meio ambiente, porém não tem como ajudar porque as três arrebentaram e hoje estou utilizando sacolas plásticas” reclamou Gisiane Cristine acompanhada por Francisco Quaresma, que sugeriu que as sacolas de pano sejam maiores também para que caibam todos os itens comprados.

Segundo o inciso 1º do artigo 2º, da Lei 5. 502, “entende-se por sacolas reutilizáveis aquelas que sejam confeccionadas em material resistente ao uso continuado, que suportem o acondicionamento e transporte de produtos e mercadorias em geral”, prescreve a lei que determina a responsabilidade dos estabelecimento no fornecimento das sacolas reutilizáveis.

O Iça - Instituto de Solidariedade à Criança e ao Adolescente reaproveita material de outdoor para fabricação de bolsas. A venda ajuda a manter os projetos sociais da instituição.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A economia verde e as organizações

Conceitos como negócios sustentáveis e economia verde nunca estiveram tão na moda. Hoje, mais do que nunca, executivos de empresas dos mais variados portes estão cientes da necessidade de desenvolver sistemas de produção que levem em conta o impacto de suas ações no meio ambiente. O planeta sai ganhando com essa tomada de consciência. A população sai ganhando com esse despertar. Mas e as empresas? Levam o que, com isso? - A pergunta pode soar indecente para alguns. Fora de lugar para outros. Inadequada para a maioria. Afinal, é um absurdo colocar a manutenção das condições naturais que garantem nossa existência no mesmo prato da balança que dinheiro, resultados financeiros e congêneres.

Ok, no melhor dos mundos a preservação da biosfera seria, realmente, razão suficiente para empreender transformações de qualquer tipo. Mas, infelizmente, vivemos no mundo real. E no mundo real, a necessidade de lucro ainda dá as cartas no universo corporativo.

Não queremos, com isso, afirmar que outro mundo não seja possível, ou desencorajar mudanças. Muito pelo contrário. Inúmeras pesquisas mostram que é viável atuar de forma ambientalmente responsável sem deixar de ser competitivo.

Mais do que isso: levantamentos apontam que alinhar as companhias a critérios sustentáveis de produção agrega valores às marcas, garantindo inserção em nichos de mercado relativamente novos, pouco explorados e com imenso potencial de expansão.

Claro que ninguém está falando, definitivamente, em sacrificar o faturamento dos negócios em nome de uma causa nobre. Longe disso. Assumir, verdadeiramente, uma postura mais "verde" na realidade é estar de acordo com um discurso que ganha força na atualidade e uma ideologia que conquista mais adeptos a cada dia.

E qualquer um com o mínimo de conhecimento sobre mercado sabe que estar alinhado com os anseios do cliente, ainda que latentes, é uma das principais regras para se dar bem nesse jogo. Trocadilhos à parte, há muitas notas verdes mundo afora, ansiosas para serem gastas com organizações atentas a tais demandas.

Prova disso são os números revelados por uma pesquisa do Instituto Akatu sobre a percepção dos consumidores brasileiros com relação à responsabilidade social nas empresas. Segundo o levantamento, que ouviu moradores de 12 regiões metropolitanas do País, nos últimos quatro anos o número de pessoas que adotaram hábitos consistentes de consumo consciente aumentou em 5%. Embora em termos percentuais o número possa parecer pequeno, na prática são cerca de 500 mil brasileiros que passaram a valorizar empresas com práticas sustentáveis.

Outro ponto da pesquisa que merece destaque é a percepção de que consumidores que desenvolvem um grau mais elevado de consciência em seu consumo tendem a preservar esse comportamento. Ou seja, ao contrário do que muitos dizem, o consumo consciente não é uma moda passageira. Essa postura mais atenta por parte da população veio para ficar e tende a se expandir.

Esse fenômeno não é privilégio do Brasil. Um outro levantamento realizado pela consultoria Kantar Worldpanel nas 16 maiores cidades da América Latina mostrou que 76% dos consumidores estariam dispostos a pagar mais caro por produtos ambientalmente responsáveis.

O desenvolvimento de novas tecnologias com o objetivo de tornar os processos mais sustentáveis, as chamadas greenovations, são exemplo claro e atual de que ganhos financeiros e ambientais não precisam ficar eternamente em lados opostos do balcão.

É cada vez mais comum encontrar companhias que se dedicam a elaborar novas formas de trabalhar a fim de melhorar seu desempenho sustentável e, de quebra, aumentar os lucros. Maneiras inovadoras de obtenção de energia alternativa, reutilização de resíduos, redução do desperdício de combustíveis, melhoria dos processos agrícolas e de produção de alimentos, utilização de materiais mais eficientes na construção civil e criação de sistemas de conservação de energia melhores são só algumas das ações desenvolvidas hoje por corporações ao redor do mundo com o objetivo de reduzir indicadores como a pegada carbônica, por exemplo.

Mais do que trabalhar de forma ambientalmente responsável, a existência de projetos como esses prova que é possível alinhar-se ideologicamente a uma sociedade que reconhece a necessidade de "esverdear" a economia, sem colocar em risco a saúde financeira das instituições.

O aparecimento dessa terceira via representa uma mudança importante nos paradigmas que norteiam os negócios na atualidade. Trabalhar de forma sustentável tem deixado de ser uma exigência de ambientalistas e se mostrado um bom negócio.

Estamos todos ligados. As diretrizes que norteiam o modo de produzir são um reflexo da sociedade sobre a qual elas se apoiam. A sociedade é um reflexo das pessoas que a compõem. As pessoas estão mudando. Diante disso, quanto antes as corporações reconhecerem esse novo cenário que se configura, maior margem de manobra terão para assumir um papel privilegiado na disputa por fatias mais generosas do mercado. O bonde da história já está passando. Não perca a oportunidade de participar desse futuro.

Fonte: DCI

União de beleza, estilo e sustentabilidade.

Confira alguns dos modelos dessa coleção voltada ao publico feminino com diversas estampas. Uma união de beleza, sustentabilidade e estilo. Adote o Eco-Estilo pratico e indispensável para nosso planeta. Conheça e se apaixone!

Sacola desenvolvida com a intenção de produzir uma linha de bolsas com um diferencial: um produto com estilo próprio e o cuidado de não agredir o meio ambiente. Produzida em três tamanhos P, M e G.

Consulte antes a disponibilidade do produto.

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...